25.12.05

Torta de banana com chocolate

Deliciosa torta com bananas e ganache de chocolate, a massa não deixa nada a desejar! Já vi tortas semelhantes nas quais a banana era substituída por morangos, também deve ficar ótimo. A receita foi publicada há alguns anos na revista Claudia Cozinha, mas já a vi no Cybercook, com algumas modificações.

Torta de banana com chocolate

Massa
1 ¼ x. de farinha de trigo
¾ x de manteiga em temperatura ambiente
1/3 x de açúcar
1/3 x de amêndoas sem pele moídas
½ c. de chá de essência de baunilha
1 gema
1 pitada de sal

 
Recheio
1 x de creme de leite
2 c de sopa de manteiga
1 c chá de essência de baunilha
3 gemas
1 tablete de chocolate meio amargo picado (cerca de 200g)
½ tablete de chocolate ao leite picado (cerca de 100g)
3 bananas-nanicas médias em rodelas de 1 cm de espessura
1 c sopa de rum
1 c sopa de açúcar

Preparo da massa
Bata bem a manteiga com o açúcar. Junte a gema e a baunilha e misture. Acrescente a farinha, o sal, a amêndoa e bata até ficar homogêneo.
Ponha a massa na forma e, com a ajuda de uma colher, forre o fundo e a lateral. (É bom colocar papel manteiga no fundo da forma). Deixe na geladeira por 10 minutos. Aqueça o forno em temperatura média (180 C). Pincele com manteiga uma folha de papel manteiga ou alumínio e coloque sobre a massa com a superfície untada para baixo, sobre a massa. Encha com grãos para que a massa não suba enquanto assa.
Asse por 20 minutos ou até a borda começar a dourar. Remova o papel com os grãos e asse por mais 10 minutos ou até dourar ligeiramente.

Preparo do Recheio
Aqueça o creme de leite até ferver. Transfira metade para uma tigela e junte as gemas. Mexa e devolva à panela. Leve ao fogo baixo e mexa até engrossar ligeiramente, sem deixar ferver.
Junte o chocolate, a manteiga e a essência de baunilha, misturando até ficar homogêneo. Deixe esfriar. Numa tigela, misture a banana com o açúcar e o rum. Arrume as rodelas sobre a massa. Cubra com o chocolate e alise com uma espátula. Deixe na geladeira por 1 hora. Ao servir, polvilhe cacau em pó.


24.12.05

Salada de Roquefort e pêras

 
Bela receita de salada que combina o roquefort com pêras e nozes carameladas. Tirado do All Recipes. Eu ainda não tinha colocado todas as fatias de pêra, abacate e queijo sobre a salada quando tirei a foto porque ela só seria servida mais tarde e tive medo de que as frutas oxidassem, mas se elas forem dispostas em forma de rosácea, o efeito é muito bonito.


Salada de Roquefort e pêras


1 pé de alface, rasgado em pedaços
3 pêras – descascadas, sem sementes e fatiadas
150g de queijo Roquefort (ou gorgonzola), despedaçado
1 abacate, cortado em fatias
1/2 x. de cebolas roxas em fatias finas (eu não coloquei)
1/4 x. açúcar
1/2 x. de pecãs (ou nozes comuns)
1/3 x azeite
3 c. sopa de vinagre de vinho tinto
1 1/2 c. de sopa de açucar
1 ½ c. de sopa de mostarda tipo dijon
1 dente de alho fatiado
1/2 c. de sopa de sal (diminua a quantidade se desejar)
pimenta do reino a gosto



Coloque ¼ x. de açúcar em uma panela com as nozes, leve ao fogo e mexa até que o açúcar tenha derretido e caramelado as nozes. Espalhe tudo com cuidado sobre uma folha de papel alumínio, deixe esfriar e depois quebre em pedaços.

Para o molho: misture o azeite, o vinagre, 1 1/2 c. sopa de açúcar, a mostarda, o alho, o sal e a pimenta.

Montagem:
Em uma travessa, faça camadas com a alface, as pêras, o queijo, o abacate e as cebolas. Regue com o molho, povilhe as nozes e sirva.

Massa com carne e especiarias

Mais uma ótima receita para o dia a dia da Tasca da Elvira. Um macarrão saboroso, com um odor terrivelmente bom!

Massa com carne e especiarias

Ingredientes para 4 pessoas

- 700 g de carne cortada em cubos
- 300 g de fusilli ou penne de legumes (aqueles coloridos, eu usei penne normal mesmo)
- 1 cebola picadinha
- 2 dentes de alho picados
- 1 tomate maduro picado
- 3 c. de sopa de azeite
- 1 copo de vinho tinto
- 1 ramo de salsinha
- 1 folha de louro
- 1 c. de sopa bem cheia páprica doce
- 1 cravo da índia
- 1 pitada de canela moída
- 1 pitada de cominho moído
- sal e pimenta

Preparo
Esquente o azeite com a folha de louro. Doure os pedaços de carne de todos os lados, adicione o alho, a cebola e o tomate. Misture bem e deixe tomar cor. Acrescente o cravo da índia e o ramo de salsinha inteiro. Salpique a canela, o cominho e a páprica. Tempere com sal e pimenta. Regue com o vinho e deixe ferver. Tampe a panela e deixe cozinhar em fogo baixo por cerca de 1h45-2h00 para que a carne fique bem macia. Adicione um pouco de água durante o cozimento se necessário

Um pouco antes do fim do cozimento, adicione água quente suficiente para cozinhar a massa. Aumente o fogo e deixe fever. Acrescente a massa e cozinhe pelo tempo indicado na embalagem. Retifique o tempero e sirva em seguida.

Dica: quando olhei para o relógio, vi que não teria tempo sufiente para cozinhar a carne como pede a receita, então fiz tudo usando a panela de pressão, após acrescentar o vinho, tampei e deixei a carne cozinhar por cerca de 40 minutos em fogo baixo. Abri, após retirar a pressão, adicionei a água e cozinhei o macarrão.


22.12.05

Bolo Podre da Ilha de Madeira



Este bolo da Elvira é ótimo, macio, “podre” (meio que esfarelando), dulcíssimo e úmido.

Meu bolo afundou um pouco no meio, fiquei com medo de que a massa transbordasse e acabei colocando outra assadeira maior na grade debaixo do forno, deve ter sido esse o problema.

As frutas ficaram na parte debaixo da massa mesmo, a receita não pedia que fizéssemos o truque de passá-las em um pouco de farinha, mas talvez não seja uma má idéia. Bem, é um bolo delicioso de qualquer maneira.




Bolo podre da Ilha de Madeira


360 g de açúcar demerara (aquele orgânico, mais “moreninho” também serve)
100 g de manteiga amolecida
2 ovos

1 x. chá de leite
2 c. de sopa de melado

220 g de farinha
2 c. de café de fermento em pó

130 g de amêndoas sem casca (se não encontrar amêndoas sem casca e quiser descascá-las em casa clique aqui)
130 g de uvas passas sem semente
130 g de frutas cristalizadas


Preaquecer o forno à 180º C. Picar as frutas secas e cristalizadas com a ajuda de uma faca afiada. Reservar.

Bater muito bem o açúcar com a manteiga. Adicionar os ovos, o leite e o melado. Bater até que fique homogêneo.

Peneirar a farinha com o fermento e adicionar à mistura. Misturar bem e acrescentar as frutas reservadas.

Untar uma forma redonda (cerca de 23 cm de diâmetro e bem alta) cobrir o fundo com papel. manteiga. Espalhar a massa e assar por 1 hora, à 180 C. Retirar do forno e deixar esfriar antes de servir.




(Não, esta não é uma vela natalina, foi a luz que acabou ontem à noite! Ficamos três horas sem eletricidade porque os bambus que margeiam a estrada cairam sobre os fios devido ao vento e à chuva!)

21.12.05

Top 5




Je réponds à quelques questions posées par Emi Taya de Fleur de Sel. (Pardonne mon Français et merci de m’avoir invitée!). Je n'ai pas reussi à publier les photos ici, mais j'ai mis leurs links.

(Este é um questionário que está correndo entre os blogs de culinária, Emi Taya, do blog Fleur de Sel, passou-o para mim. Não consegui colocar as fotos aqui, então deixei os links.)

1. La meilleure recette que vous ayez publiée sur votre blog. (1-Melhor receita postada em seu blog.)

Je ne sais pas s’il s’agit de la meilleure recette, mais j’aime cette Apple Pie.
(Não sei se é a melhor receita, mas gosto desta Apple Pie.)


2-La photo dont vous êtes la plus fière sur votre blog. (2- A foto de que mais se orgulha em seu blog)

J’aime la photo d’une autre Apple Pie! Je crois que c’est quelque chose dans sa lumière ou dans mon état d’esprit quand je l’ai prise, je ne sais pas expliquer, mais elle me donne une certaine tranquillité, un sentiment d'accomplissement.

(Gosto da foto de uma outra torta de maçãs! Deve ser algo na luz ou em meu estado de espírito quando tirei a foto, não sei explicar, mas ela me transmite uma certa paz, um sentimento de realização)

3. La recette la plus souvent visitée. (3- A receita mais visitada)
Je ne suis pas sûre, peut-être celle du «Pudim de Tapioca».
(Não tenho certeza, talvez a do Pudim de Tapioca)


4. La meilleure recette salée que vous ayez empruntée à un autre blog et réalisée. (4- A melhor receita salgada que você fez copiada de um outro blog)

Comme presque toutes mes recettes sont empruntées à un autre blog, la question n’est pas simple à répondre. J’aime les recettes d’Elvira parce que la cuisine brésilienne et la portugaise partagent beaucoup d’affinités, sa recette de «Poulet à la Coriandre» est une de mes favorites.

(Como quase todas as minhas receitas foram retiradas de outros blogs, a questão não é simples. Adoro as receitas da Elvira porque a culinária brasileira e a portuguesa possuem muitas afinidades, sua receita de «Frango com coentro» é uma de minhas favoritas.)

5-La meilleure recette sucrée que vous ayez empruntée à un autre blog et réalisée. (5- A melhor receita doce que você fez copiada de um outro blog.)

J’ai emprunté plusieurs recettes de gâteaux délicieux à Valentina, malheureusement c’était avant mon blog. Alors parmi celles qui sont ici, je dois choisir le «Gâteau de Mamy à la Poire» de Clotilde.

(Fiz várias receitas de bolos deliciosos da Valentina, infelizmente, foi antes do meu Blog. Então, entre aquelas que estão aqui, devo escolher o «Bolo de Peras da Vovó» da Clotilde.)


Je passe le relais à deux filles qui habitent loin: à Valentina, en Anglaterre, et à Akemi, au Japon.

(Passo a vez para duas garotas que vivem longe: a Valentina, na Inglaterra e a Akemi, no Japão. Claro que se tiverem tempo e quiserem participar!)


16.12.05

Pudim de Tapioca

Esta receita foi colocada no Fórum do Cybercook pela Célia Foresto Scannavino, ela é deliciosa! Para quem não sabe, tapioca são aqueles grãozinhos de fécula de mandioca, lembra o sagu, só que a tapioca é mais fina.
 

Como sempre, fiz metade da receita, mas não hesite em fazer tudo.

Já ia me esquecendo, alguém sabe como quebrar o coco e retirar aquela película escura de um modo mais “elegante” do que o meu? Eu costumo comprar cocos inteiros, quando vou fazer um prato, levo o dito cujo para o quintal, pego um paralelepípedo do jardim e o acerto, depois, recolho a polpa e levo para a cozinha onde descasco a parte escura com uma faca. Já nem ralo mais o coco, não tenho paciência! Nessa receita, bati os pedaços de coco no liquidificador com o resto dos ingredientes.




Pudim de tapioca

l xícara de tapioca
4 xícaras de leite quente
l vidro de leite coco
2 xícaras de açúcar
6 ovos ligeiramente batidos
1 xícara de coco fresco ralado
l colher de manteiga


Preparo
 
Coloque a tapioca numa tigela cubra com o leite quente e deixe de molho por mais ou menos 2 horas. Junte os demais ingredientes, misture bem. (Eu bati no liquificador, porque a tapioca fica bem compacta).


Faça um caramelo e espalhe numa forma de buraco no meio. Coloque o pudim na forma e leve ao forno preaquecido e asse em banho-maria por cerca de 50 min ou até ficar dourado. (Levou mais tempo do que isso!)

Tire do forno e deixe amornar. Desenforme num prato e leve à geladeira.

15.12.05

Frango com coentro e Esparregado


Quanto mais preparo as receitas da Tasca da Elvira, mais me impressiono com a influência portuguesa na culinária mineira. Este prato de frango com coentro e o esparregado, por exemplo, bastaria trocar o espinafre pela couve, adicionar um pouco de arroz branco e uma concha de feijão para ter um prato típico de Minas!

E como o frango é bom! Macio, quase desfiando, envolvido por um molho espesso e aromático! Tive uma vizinha mineira, uma segunda mãe, que costumava preparar um frango assim.

Frango com coentro

Ingredientes:
 
1 frango médio cortado em 8 pedaços (usei só sobrecoxas)
- 6 dentes de alhos socados
- 3 c. de sopa de azeite
- 500ml de caldo de frango (se usar caldo industrializado, dissolver apenas meio cubo na água pois o frango já é temperado e corrigir o tempero no final)
- suco de 1 limão
- 1 c. de sopa de farinha
- 1 maço de coentro picado
- sal e pimenta


Preparo
Retirar o excesso de pele e gordura dos pedaços de frango. Temperá-los com sal, pimenta e com o alho. Deixar repousar por 30 minutos.

Aquecer o azeite em uma panela. Dourar os pedaços de frango de todos os lados. Adicionar o caldo e cobrir. Cozinhar em fogo brando por 50-60 minutos.

Dourar a farinha em uma frigideira antiaderente, sem gordura. Reservar.

10 minutos antes do fim do cozimento, acrescentar o suco de limão e a farinha. Misturar, corrigir o tempero. Adicionar o coentro e servir.



Esparregado

Ingredientes

- 2 maços de folhas de nabo (ou espinafre, foi o que usei, mas acho que com couve manteiga também ficaria muito bom)
- 6 c. sopa de azeite
- 2 dentes de alho picados
- 1 cebola picada
- 1 c. de sopa de farinha
- 6 c. sopa de leite
- sal e pimenta
- 1 c. sopa de vinagre


Preparo

Separar as folhas dos caules e lavar bem. Ferver em água salgada durante 5 minutos (ou abafar por alguns minutos no microondas). Espremer o líquido e reservar.

Esquentar o azeite e refogar a cebola e o alho. Adicionar as folhas e misturar bem. Cozinhar por 2 minutos enquanto mexe.

Polvilhar com a farinha e regar com o leite. Cozinhar em fogo branco por 5 minutos sem parar de mexer. Temperar com sal, pimenta e o vinagre. Servir em seguida.

 

14.12.05

Bolinhos de batata com atum e feijão branco



A receita destes bolinhos está no blog Trembom da Valentina. Eu os fiz usando uma lata de grão de bico no lugar do feijão (daquelas que basta abrir e comer com uma colher, bem, eu faço isso!). Ficaram muito bons. Também não fritei, assei no forno, sempre que posso, evito frituras, apesar de adorá-las.

 

13.12.05

Quiche de pêras e Roquefort

Esta quiche de roquefort (ou gorgonzola) e pêras é muito bom. Leve e saboroso. Retirei de uma revista chamada “Cuisine et vins de France”. Ele pode ser feito em forminhas menores, o efeito é muito bonito.

Quiche de pêras e Roquefort

Massa podre básica:
250g de farinha
1 pitada de sal
125g de manteiga fria em pedaços
um pouco de água


Preparo:
Trabalhe os ingredientes com a ponta dos dedos em uma tigela, incorporando a manteiga à farinha. Acrescente um pouco de água, pouco a pouco, enquanto trabalha a massa até que ela fique homogênea e se solte da tigela. Envolva-a em filme plástico e deixe-a na geladeira por cerca de 30 minutos.


Recheio:
3 pêras descascadas e fatiadas
200g de roquefort
150 de creme de leite
1 copo de iogurte natural
3 ovos
pimenta
Um pouco de manteiga e farinha para untar a forma


Preparo:
Preaqueça o forno a 180 C.
Esmigalhe o roquefort com um garfo. Acrescente os ovos, o creme de leite e iogurte e misture bem. Tempere com a pimenta (não é necessário colocar sal por causa do roquefort).
Unte a forma com a manteiga e polvilhe um pouco de farinha. Abra a massa e coloque-a na forma. Pique o fundo e os lados com um garfo.
Disponha as fatias de pêra sobre a massa e cubra com a mistura de queijo. Asse por cerca de 25 minutos. Sirva quente ou morno. 

12.12.05

Bacalhau Conde da Guarda

Como é possível notar, somos fãs de bacalhau! Não fazemos compras com freqüência, então, preferimos produtos que podem ser armazenados. Sempre há um pedaço de bacalhau na despensa. Esta receita é muito boa, também da Tasca da Elvira.

Bacalhau Conde da Guarda
 
Ingredientes:
600 g de bacalhau
3 cebolas em fatias finas
3 dentes de alho picados
900 g de batatas para o purê
1 xícara de leite
400 ml de creme de leite (usei menos, uma lata )
40 g de queijo ralado
sal e pimenta

Preparo
Corte o bacalhau em pedaços e deixe de molho em água de um dia para o outro (troque a água várias vezes). Afervente por cerca de 10 minutos, despreze a água e retire a pele e as espinhas. Desfie a carne.
Coloque as cebolas em uma panela sem gordura e mexa até que murche. Acrescente o alho e, o logo em seguida, o bacalhau. Deixe cozinhar um pouco, mexendo sempre.

Cozinhe as batatas em água com sal, deixe esfriar e depois retire sua pele e amasse. Acrescente o leite e mexa. Adicione o purê ao bacalhau e misture até que a fique homogêneo.

Retire do fogo. Adicione o creme de leite e verifique o tempero. Preaqueça o forno à 220ºC.

Coloque a mistura em um pirex. Polvilhe o queijo ralado e leve ao forno para gratinar. Sirva quente com uma salada e arroz.

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Recipe from Tasca da Elvira.

Bacalhau Conde da Guarda
 
Ingredients:
600g dried salt cod, soaked
3 onions, sliced
3 cloves of garlic, chopped
900g potatoes
1 cup milk
400 ml light cream
40g grated parmesan cheese
salt and pepper to taste

Directions
One day ahead, wash, cut the salt cod into quarters and soak overnight in cold water to cover, changing the water several times.
On the day of serving:
Drain and rinse the salt cod thoroughly. Poach in fresh water to cover for 15 minutes. Drain, rinse and shred removing any pieces of skin or bone.
Prepare the mashed potatoes: boil the potatoes until they are tender, wait until they are a little colder, peel and mash them. Combine the milk and cook over low heat.
Cood the onion in a ungreased pan, stirring, until tender. Add the garlic and the shredded cod. Cook a little while stirring constantly. Add the mashed potatoes to the cod mixture and stir well. Remove from heat and add the light cream. Season to taste.
Preheat oven to 220C. Place the cod/potato mixture in a gratin dish. Sprinkle with grated cheese and bake until hot and bubbling. Serve with white rice and salad.


8.12.05

Bolo Impossível


Outra receita do blog Saveurs Mexicaines. Na verdade é um bolo pudim, mas no lugar do caramelo, emprega-se o doce de leite. Fiquei apaixonada pela idéia e resolvi experimentar. Ele é gostoso e tem um aspecto muito bonito. Quem sabe, no lugar do flan, um pudim com leite condensado talvez ficasse melhor, o flan fica com um gosto um pouco pronunciado de ovos (será que é porque não usei a fava de baunilha?)
Não há calda, apenas uma leve cobertura de doce de leite.

Fiz metade da receita, usei dois ovos para cada metade (pudim e bolo), assei na forma de bolo inglês.



Bolo impossível



Para 8 pessoas:
100g de farinha
1 c. café de bicarbonato de sódio ou fermento em pó
1 pitada de sal
150g de manteiga + cerca de 15g para a forma
7 ovos grandes
190g de açúcar
200g de chocolate meio amargo
100g de doce de leite em pasta 
600ml de leite
1 fava de baunilha (ou 1 c. café de essência de baunilha)

Preaqueça o forno à 200 C.

Leve o leite ao fogo com a fava de baunilha aberta ao meio no sentido do comprimento, quando ferver, desligue o fogo e cubra. (Se usar a essência, você pode empregá-la quando misturar o leite aos ovos).

Prepare a massa do bolo:

Derreta o chocolate com a manteiga em banho-maria (ou no microondas). Acrescente 150g de açúcar e 3 ovos batidos. Adicione a farinha peneirada com o bicarbonato de sódio e o sal.

Trabalhe a massa até que ela fique homogênea. Reserve.


Prepare o flan:

Em uma tigela, bata os 4 ovos restantes com 40g de açúcar. Retire a fava de baunilha do leite e derrema-o sobre os ovos sem parar de bater. Reserve.


Montagem:

Unte generosamente uma forma de 26cm de diâmetro com a manteiga. Espalhe o doce de leite no fundo da forma. Coloque a massa de chocolate sobre o doce de leite e, por fim, o flan.

Cubra com uma folha de papel alumino tomando o cuidado para que ela não entre em contato com o flan. Cozinhe em banho maria por 20 mn à 200 C. Em seguida, abaixe a temperatura para 180 C, retire a folha de papel alumínio e deixe no forno por mais 30 ou 40 mn, ou até que um palito inserido na massa saia limpo. As camadas de bolo e de flan irão se inverter.

Tire o bolo do forno, deixe esfriar alguns minutos. Enquanto o bolo ainda está morno, solte as bordas com uma faca e desenforme. Coloque-o na geladeira.

Sirva bem frio, ele pode ser preparado na véspera.

 

7.12.05

Suflê de siri


Esta é uma receita que faço quando esqueço que existe algo como o problema de colesterol. Muito boa receita de suflê. O siri pode ser substituído por camarões pequenos ou por bacalhau, já fiz com os dois, rende bastante.


Suflê de siri


Para o refogado de siri:
cerca de 200g de carne de siri (pode ser um daqueles pacotes congelados)
1 tomate sem pele e sem sementes picado (opcional)
cheiro verde picado
½ cebola pequena picada
1 dente de alho picado
2 c. sopa de óleo
sal e pimenta a gosto


Faça um refogado com todos os ingredientes e reserve. (obs. cozinhe até que não reste líquido)


Para o béchamel:


5 colheres de sopa de manteiga (geralmente uso menos, sou covarde!)
1/3 de xícara de farinha de trigo
1 xícara de leite
sal e pimenta a gosto
4 ovos separados
4 colheres de queijo ralado


Modo de fazer:
Derreter a manteiga, juntar a farinha e o leite, para fazer o molho branco, mexer sempre, tempere e cozinhe até engrossar um pouco, retire do fogo, junte o queijo ralado e deixe descansar por 5 min. Depois, acrescente as gemas uma a uma, misturando bem, junte o siri já refogado e as claras batidas em neve. Coloque em uma forma untada e leve ao forno por mais ou menos 25 min.


Sirva com uma salada. 

5.12.05

Tacos de Pescado


Esta também é uma receita do blog Saveurs Mexicaines muito boa! Pena que, pelas razões já mencionadas abaixo, não pude fazer os tacos com as tortillas de milho como pede a receita. Laurange escreve que as tortillas caseiras são superiores às industrializadas. Aqui no Brasil, é possível encontrar “Taco shells” importados à venda em alguns lugares, eu já os provei e os achei bons. Precisaria provar as tortillas de milho originais para saber qual a diferença.


Tacos de Pescado

Para cerca de 4 pessoas

10 tortillas (receita)
150g de farinha
150ml de cerveja à temperatura ambiente
500g de filé de peixe de carne branca (usei pescada branca)
suco de um limão
3 dentes de alho
uma pitada de chili, pimenta de caiena ou pimenta normal
500g de salsa mexicana (para simplificar, trata-se de uma espécie de vinagrete feito com tomates sem sementes, cebola, coentro e jalapeños (pode ser omitido) picados e temperados com suco de limão e sal).
1 alface romana cortada em tirinhas (usei americana)
1 copo de iogurte natural
½ medida do copo de iogurte de maionese
½ medida do copo de iogurte de ketchup
óleo para fritura
2 ou 3 pequenos limões cortado em dois



Uma hora antes:

Prepare a massa para empanar o peixe: misture a farinha e a cerveja e deixe a massa repousar 1 hora na geladeira.

Prepare o peixe: Retire as espinhas dos filés, corte-os em tiras de cerca de 10cm/2cm. Tempere com o suco de limão, o alho amassado e uma pitada de pimenta. Deixe na geladeira.

Prepare o molho rosé : misture o iogurte, o maionese e o ketchup. Deixe na geladeira.


Esquente o óleo em uma panela à 180 C. Passe as tiras de peixe na mistura de farinha e cerveja e deixe fritar até que estejam douradas. Frite uma pequena quantidade de cada vez. Reserve sobre um papel absorvente.

Reaqueça as tortillas colocando-as entre dois pratos e levando-as por um minuto ao microondas na potência máxima, ou em uma frigideira sem óleo.

Coloque os pedaços de peixe frito, a salsa mexicana, o molho rose e a alface no meio das tortillas, enrole-as e bom apetite!

Deixe os pedaços de limão à disposição de quem desejar.

 

Tortillas de trigo

Encontrei esta receita de tortilla no blog de uma francesa que morava no México (o blog acabou e não tenho mais o link para a receita original). A tortilla feita com farinha de milho é a mais comum, mas como os ingredientes desta aqui já estavam à disposição e não tenho idéia de onde adquirir a farinha de milho própria para a confecção da outra tortilla, resolvi simplificar as coisas. Esta é mais consumida, segundo Laurange, no norte do país. Deu certinho, só não consegui fazê-las redondas!



Tortillas de trigo (tortillas de harina)


200 g de farinha de trigo
50g de manteiga em pedaços
uma pitada de sal
uma pitada de açúcar
água

Peneire a farinha com o sal e o açúcar. Incorpore a manteiga à farinha e adicione água pouco a pouco, até obter uma massa homogênea e elástica. Faça 10 bolinhas iguais (talvez 8 bolinhas seja melhor, as tortillas ficam pequenas), achate-as um pouco e deixe descansar por 30 minutos cobertas por um pano de prato.

Abra as bolinhas com um rolo. Esquente uma frigideira antiaderente sem gordura e quando estiver bem quente, coloque um disco da massa e deixe tostar por cerca de 30 segundos de cada lado até que fique dourado.

Mantenha as tortillas envoltas em um pano de prato até o momento de consumi-las.



4.12.05

Descascando amêndoas

A época das festas está chegando, começamos a refletir sobre o que fazer para a ceia ou almoço de Natal e Ano Novo. Eu ainda não escolhi meus pratos, mas estou pensando em preparar algumas sobremesas nas quais entram amêndoas, já comprei um potinho, mas como elas nem sempre vêm descascadas, eu tive que fazer isso sozinha! É bem simples!


Como descascar:

Ferva um pouco de água em uma panela.

Coloque as amêndoas com casca em uma peneira e mergulhe-as na água quente. Retire do fogo, espere alguns minutos e verifique se as cascas das amêndoas começam a ceder sob a pressão de seus dedos, quando isso ocorrer, mãos à obra! Vá retirando as cascas e colocando as amêndoas descascadas em uma tigela com água fria.


Ao fim, coloque-as de volta na peneira para escorrer completamente e espalhe-as sobre uma assadeira. Leve ao forno brando para secá-las, retire-as quando começarem a tomar cor.




Guarde-as em um pote bem fechado ao abrigo da luz e pronto! Sempre que precisar elas estarão à disposição!

Para fazer lascas: logo após retirar as cascas e sem levar ao forno, corte as lascas com uma boa faca e depois toste em uma frigideira sem óleo.

 

3.12.05

Bruschetta de tomate e manjericão


Bruschetta é um pedaço de pão italiano tostado que pode ser coberto com os ingredientes de sua escolha: queijo, presunto, rúcula, parmesão, lingüiça... Esta é a mais simples dentre todas: tomate sem as sementes picados, temperados com sal, azeite e um pouco de manjericão.
Para preparar o pão, corte-o, descasque um dente de alho e esfregue-o na superfície da fatia, (você irá notar que o alho vai sendo "ralado" nesse processo). Leve ao forno até começar a dourar, retire e cubra com, neste caso, os tomates. Se quiser, ainda pode finalizar com mais um belo fio de azeite sobre tudo isso! Só coma imediatamente, enquanto o pão está crocante!

2.12.05

"Em busca do tempo perdido"


Li Marcel Proust pela primeira vez, no primeiro ano de meu curso de filosofia, há quase dez anos. Quando terminei o primeiro dos sete volumes de “Em busca do tempo perdido”, o “No caminho de Swann”, não tinha me entusiasmado. Havia belas passagens, mas nada mais. Os anos se passaram, já tinha me conformado com o fato de que nunca chegaria ao fim dos outros seis volumes. Este ano, entretanto, resolvi colocar meu francês em dia fazendo um curso de literatura no qual, basicamente, tínhamos de ler um livro durante o semestre.

O livro escolhido era “Sodoma e Gomorra” o quarto volume da grande obra proustiana. Enfim, comecei o curso e fiquei encantada, era como se encontrasse um novo autor. Li os dois volumes anteriores e os três posteriores. Terminei o último, o “Tempo redescoberto”, hoje. Como é triste terminar um bom livro! Foi assim com “Cem anos de solidão” de Gabriel Garcia Márquez, foi assim com a trilogia do Cairo de Nagib Mahfuz. Todo um mundo construído em palavras encerrado em algumas páginas! De Proust ficaram gravadas em meu coração as belas descrições das roupas de Odette, da paisagem de Balbec, suas reflexões sobre o tempo...

No entanto, fico feliz em ter chegado ao fim, porque ter “redescoberto” o autor após dez anos significa que, de certa forma, eu amadureci, coisas que não notei há dez anos revelaram-se.

Esta é uma das passagens de que gosto muito, bastaria fechar os olhos para revê-la, eu a traduzi a minha maneira, peço, portanto, perdão a Mário Quintana, a Manuel Bandeira e a Carlos Drummond de Andrade, alguns dos grandes tradutores que Proust teve a felicidade de encontrar no Brasil:

“Ali onde, no mês de agosto, eu tinha visto apenas as folhas e como que a localização de macieiras com minha avó, elas estavam, a perder de vista, em floração, de um luxo ímpar, os pés na lama e em roupa de baile, sem tomar precauções para não estragar o mais belo cetim rosa que já se viu e que o sol fazia brilhar. O horizonte longínquo do mar fornecia às macieiras algo como um fundo de estampa japonesa. Se eu levantasse a cabeça para ver o céu entre as flores que faziam seu azul sereno paracer quase violento, elas pareciam se afastar para mostrar a profundeza daquele paraíso. Sob aquele azul, uma brisa tênue, mas fria, fazia estremecer ligeiramente os buquês ruborizados. Gralhas azuis vinham se postar sobre os ramos e saltavam entre as flores, indulgentes, como se tivesse sido um amante de exotismo e de cores que havia criado artificialmente aquela beleza viva. Mas ela tocava até as lágrimas porque, por mais longe que ela fosse em seus efeitos de arte refinada, sentia-se que ela era natural, que essas macieiras estavam ali em pleno campo como os camponeses, sobre uma grande estrada da França. Depois, aos raios do sol, sucederam-se subitamente aqueles da chuva. Eles riscaram todo o horizonte, encerraram a fila de macieiras em sua rede cinza. Mas elas continuavam a expor sua beleza, florida e rosa, ao vento que se tornou glacial sob a tempestade que caía: era um dia de primavera.”

1.12.05

Torta prática de maçã


Adoro tortas, elas servem como sobremesa após uma refeição acompanhadas por uma bola de sorvete e chantilly e também podem ser servidas à tarde junto com um copo de café com leite. Esta receita foi retirada de uma embalagem de uvas passas que comprei o ano passado, eu já a fiz antes, ela é muito boa e simples.


Precisava fazer algo doce por causa de meu marido. Ele não costuma pedir sobremesa após o almoço, mas à noite, invariavelmente procura algo para terminar a refeição e, quando não o encontra, sempre protesta. Espero que a torta dure algumas noites, essa é outra coisa boa das tortas, elas podem ser deixadas na geladeira e consumidas aos poucos.



Torta prática de maçã


Ingredientes


2 x. chá de farinha
2 c. sopa de açúcar (50g)
1 pitada de sal
1 pitada de fermento em pó
100g de manteiga
3 maçãs
½ x. chá de passas escuras
3 c. sopa de açúcar misturadas com um pouco de canela
2 gemas
1 lata de creme de leite


Preparo

Pré aqueça o forno à temperatura média (180C). Unte e enfarinhe uma forma redonda, desmontável, média (20cm). (Eu forrei a forma com papel manteiga também!) Misture em uma tigela os quatro primeiro ingredientes secos. Acrescente a manteiga em pedaços e trabalhe com as mãos até obter uma farofa. Transfira para a forma e aperte um pouco com uma colher.


Descasque as maçãs, corte ao meio, retire as sementes e corte em fatias. Arrume a maçã fatiada sobre a massa, espalhe as uvas passas, polvilhe com metade do açúcar com canela e leve ao forno por 15 minutos.


Misture as gemas e o creme de leite e despeje sobre as maçãs. Polvilhe com o restante do açúcar com canela e volte ao forno por mais 30 minutos ou até que esteja dourada.

Vatapá da Madá


Sempre faço essa receita de vatapá que retirei há muito tempo do Cybercook, é um vatapá bem rápido e gostoso. Desta vez, fiz metade da receita.


Vatapá da Madá


Ingredientes:

- 2 pacotes de camarão congelado ou o equivalente em camarão fresco
- 1 embalagem de pão de forma sem casca
- 1 vidro de azeite de dendê
- 2 vidros de leite de coco
- 1 maço de coentro
- 1 cebola grande
- 6 dentes de alho
- 1 pacote de 200 g de amendoim torrado
- 1 lata de molho pronto
- 2 colheres de sopa de aceite
- tempero pronto sabor peixe
- pimenta vermelha ou de cheiro

Preparo


Se usar camarão congelado, descongelar. Em uma vasilha grande, colocar o pão de forma, molhar com o leite de coco. Bater o amendoim no liquidificador e juntar ao pão. Misturar bem. Refogar a cebola e o alho no azeite e mais 2 colheres de sopa de aceite de dendê. Juntar o camarão e deixar cozinha por mais ou menos 10 minutos. Juntar a o molho pronto e deixar cozinhar mais 10 minutos. Juntar o pão com leite de coco e amendoim. Se ficar muito grosso, colocar um pouco de água. Deve ficar um mingau bem grosso. Temperar com o tempero sabor peixe a gosto, juntar o coentro picado, pimenta a gosto e mais meio vidro de azeite de dendê. Deixar apurar um pouco. Não usar sal, porque o tempero já é salgado e o amendoim também.

Servir com arroz branco.

29.11.05

Ricota caseira



Hoje, descobri que tinha três caixas de leite vencidas, fico chateada quando isso acontece, porque é uma falha de administração doméstica, mas como na natureza nada se perde, tudo se transforma, procurei uma receita para preparar uma receita de ricota caseira na internet.


Ricota Caseira

Fervi os três litros de leite e logo após desligar o fogo, acrescentei 12 c. de sopa de vinagre de vinho branco e 12 c. de sopa de água filtrada ao leite (ou seja, 4 c. de sopa de vinagre e 4. c. de sopa de água por litro de leite), misturei e deixei esfriar um pouco.

Forrei uma peneira com um pano de prato limpo e despejei, aí, a coalhada temperada com um pouco de sal. Espremi e deixei escorrer por duas horas.

O leite era desnatado e rendeu um queijo de cerca de 400g, talvez rendesse mais se o leite fosse integral ou tipo B como vi em algumas receitas.

 

Biscoitos nota 10 da Valentina!



Tinha certeza de que esses biscoitos feitos pela Valentina (receita postada no dia 20/11/05) deviam ser bons, só não imaginava o quanto! Crocantes, sequinhos... Uma delícia! Meu marido adorou.

Só para experimentar fiz quatro usando castanha de caju moída no lugar do coco ralado, ficaram gostosos, mas os originais são melhores.

A massa é meio molengona, no começo, tentei modelar os biscoitos, mas depois desisti. Quando são assados, eles se espalham bastante e ficam mais ou menos arredondados, por isso, é bom deixar espaço entre eles.



23.11.05

Yakimeshi improvisado


Yakimeshi improvisado

Sempre sei que preciso ir ao supermercado quando a geladeira começa a ficar vazia. Lembrava que tinha um pouco de arroz e um resto de bacalhau que havia preparado outro dia e queria fazer alguns bolinhos de arroz para o almoço. Ia usar os dois últimos ovos, mas quando fui quebrar o segundo, por um desses desastres que me são naturais, ele acabou caindo na pia e indo pelo ralo. Como sem aquele ovo não ia conseguir a “liga” necessária para fazer os bolinhos, decidi fazer um Yakimeshi (Yaki=fritar e meshi=arroz cozido).


Misturei o ovo ao arroz e ao bacalhau e adicionei cheiro verde picado, uma porção de queijo parmesão ralado, cebola picadinha e sal. Misturei bem, levei a uma frigideira com óleo e dei uma refogada. Ficou bom!


Isso pode ser feito com qualquer resto de carne, frango, presunto, etc... Se quiser fazer os bolinhos de arroz “à minha moda”, basta ter mais ovos para dar a liga colocar colheradas da mistura na frigideira com óleo, achatá-los com a espátula e virá-los para que fiquem dourados por igual.

Salada de pepinos "batidos"


Esta receita de salada de pepino é muito divertida e fácil de preparar. Ela foi retirada de um livro de culinária japonesa que trouxe da casa de minha mãe.


Salada de pepinos “batidos

Ingredientes


2 pepinos japoneses
1 pimenta malagueta aberta ao meio sem as sementes
1 dente de alho fatiado
2 c. sopa de óleo comum ou de gergelim
2 c. sopa de shoyu

Preparo

Lave bem os pepinos, enxugue-os e coloque-os sobre uma tábua de cortar, pegue um rolo de abrir massas e dê leves batidas em toda a extensão dos pepinos com ele (não se entusiasme ou terá pepino espalhado pela cozinha toda!). Em seguida, quebre os pepinos em pedaços com as mãos. Reserve.

Leve uma panela pequena ao fogo, coloque o óleo, o alho e a pimenta. Deixe fritar um pouco sem queimar e adicione o shoyu. Retire do fogo e despeje sobre o pepino, misture bem e deixe na geladeira por algumas horas antes de servir.


22.11.05

Bolo Inglês

Continuo a explorar o “Petit Larousse de la cuisine” com o qual minha sogra me presenteou. Esta é uma receita honestíssima de bolo inglês, fiz só com frutas cristalizadas, mas é possível variar bastante. Gostei mais dele hoje do que ontem, o que é um bom sinal, pois o maior defeito de um bolo é ser delicioso depois que sai do forno e começar a ficar ressecado no dia seguinte!


Bolo inglês



Ingredientes (para uma forma de bolo inglês):

100g de uvas passas
100g de frutas cristalizadas
1 taça de licor de rum
175g de manteiga (temperatura ambiente)
125g de açúcar
3 ovos
270g de farinha
1 c. sopa rasa de fermento
1 pitada de sal

 
Preparo:
Lave as passas, deixe-as macerar no rum com as frutas cristalizadas.

Acrescente o açúcar pouco a pouco à manteiga misturando sempre, adicione o sal. Trabalhe a mistura até que fique bem homogêneo. Coloque os ovos um a um. Adicione a farinha de uma só vez.
Escorra as frutas e as passas, passe-as por um pouco de farinha (cerca de 2 colheres de sopa) para que não fiquem no fundo do bolo. Adicione-as à massa junto com o rum em que foram maceradas. Acrescente o fermento e misture bem.

Preaqueça o forno à 210 C.

Despeje a massa em uma forma de bolo inglês untado e forrado com papel manteiga, ela deve preencher somente 2/3 da forma.

Asse à 210 C por 10 minutos, depois reduza a temperatura à 150 C e asse por mais 35 minutos.
Desenforme após retirar do forno e deixe esfriar.

Dica: Você pode diminuir a quantidade de açúcar para 100g e adicionar 2 colheres de sopa de mel, além de substituir as passas e as frutas por cerejas ou nozes...

20.11.05

Bacalhau à Gomes de Sá



Esta é a melhor receita de bacalhau que já comi. Nada, nada light, pois tudo é literalmente cozido no azeite! Foi passada de sogra para nora. A mãe de meu marido aprendeu com sua sogra e ela passou para mim. 


Bacalhau à Gomes de Sá


As quantidades não são exatas, como acrescentamos água ao feijão quando alguém chega de improviso, você pode colocar mais batatas para que a receita renda mais (ou o contrário!).


Cerca de 400g de bacalhau já dessalgado, sem pele e sem espinhas em lascas
400g de batatas
2 cebolas grandes
1 maço de cheiro verde
1 lata grande de sardinha em óleo
3/4 x de azeite
3-4 ovos cozidos
1/2 vidro de azeitonas pretas
sal a gosto

Preparo

Descasque e corte as batatas em cubos pequenos, corte as cebolas em rodelas e pique o cheiro verde.
Coloque parte do azeite em uma panela antiaderente e aqueça. Acrescente a cebola e deixe refogar um pouco. Em seguida acrescente as batatas, o bacalhau, as sardinhas em conserva (eu costumo retirar as escamas e as espinhas, mas isso é um hábito de infância) junto com seu óleo, o cheiro verde e misture bem. Adicione o azeite restante, tampe a panela e deixe cozinhar em fogo baixo. Misture de vez em quando, tome cuidado para que o fundo não grude e queime (bem, sempre gruda um pouquinho!). Verifique o tempero e acrescente sal caso necessário. Quando as batatas estiverem cozidas, está pronto. Coloque em um pirex, cubra com os ovos cortados em rodelas e com as azeitonas.

Dicas: Se tiver medo de deixar queimar na panela ou se estiver grudando muito, passe tudo para uma assadeira ou pirex, cubra com papel alumínio e leve ao forno até que as batatas fiquem macias.
Para uma apresentação mais bonita, use aquelas batatinhas para salada descascadas e substitua as cebolas por aquelas cebolas pequenas limpas e inteiras.


16.11.05

Filé mignon de porco ao Curry

Este prato foi retirado da revista “Cuisine e vins de France”. Outro prato simples. Muito bom para quem gosta de curry, um dos pratos preferidos de meu pai. Minha mãe sempre misturava algumas colheradas de curry com um pouco de farinha de trigo em um frigideira e ficava mexendo o pó com uma colher sobre o fogo. A casa inteira ficava cheirando a curry. Após algum tempo, ela despejava a mistura sobre a panela em que os legumes e as carnes estavam cozinhando e a sopa rala ficava dourada e espessa, naquela época eu não via nada de especial naquele prato, hoje, sinto saudades.

Este é o curry que minha mãe costumava usar e que eu ainda compro. Antigamente era preciso procurar nas lojas de produtos japoneses, mas agora ele é encontrado nos supermercados.


Filé mignon de porco ao Curry
 
Ingredientes:


750g de filé mignon de porco
300g de cebolas pequenas (tipo conserva)
1 pimentão vermelho
1 maçã
2 c. sopa de pó para curry (colocar menos se não gostar muito picante)
3 c. sopa de óleo
200ml de leite de coco
1 maço de coentro
sal e pimenta

Preparo


Corte a carne em pedaços iguais e descasque as cebolas. Limpe o pimentão, corte-o em tiras. Descasque a maçã e corte-a em pedaços.

Esquente o óleo em uma panela e deixe a carne dourar, depois, retire-a para um prato. Em seu lugar, coloque as cebolas, a maçã e o pimentão, deixe dourar. Acrescente o curry, o leite de coco, tempere com sal e pimenta, misture e deixe cozinhar em fogo baixo por 10 minutos. Devolva os pedaços de carne para a panela e deixe cozinhar por mais 15 minutos. Ao final, polvilhe o coentro e sirva com arroz.

13.11.05

Torta de peixe

Entre minhas receitas consagradas encontra-se esta Torta de peixe de uma das freqüentadoras do Cybercook (como podem ver, vivo por lá!). Ela se transformou em minha segunda receita preferida de bacalhau (a primeira, aprendi com minha sogra e um dia irei postá-la).
A receita original é para ser feita com um peixe qualquer, mas confesso que sempre usei o bacalhau em seu lugar.




Torta de peixe

1/2 kg de batata frita congelada (um pacote daqueles à venda no supermercado)
cebolas grandes em rodelas
500 a 700g de filé de peixe temperado, frito e desfiado (ou bacalhau demolhado: lavar o bacalhau cortar em pedaços e deixar de molho de um dia para o outro, ou por mais tempo, trocando a água várias vezes, dar uma leve fervida e desfiar, caso ainda esteja muito salgado, coloque de molho em um pouco de leite ou jogue um pouco de água quente)
molho branco com 2 caldos de galinha (sempre uso menos caldo de galinha, acho muito salgado)
2 ovos batidos
1 caixa de creme de leite

Fritar a batata e colocar no fundo de um pirex, na verdade, eu nunca frito a batata, sempre asso no forno e fica muito bom.
Refogar as cebolas em 3 col. sopa de azeite e deixe murchar, misturar com o peixe desfiado (ou bacalhau), se quiser, adicione cheiro verde picado. Colocar em cima das batatas no pirex.
Misturar os ovos batidos no molho branco (para o molho branco, ou béchamel: coloque cerca de 2 c. sopa de manteiga em uma panela, adicione cerca de 2 c. sopa de farinha, misture, adicione o caldo de galinha e cerca de 400-500ml de leite aos poucos, mexendo sempre para não empelotar, até engrossar). Colocar o molho em cima do peixe e por fim o creme de leite, polvilhar com queijo ralado e levar para gratinar bem.



Como acompanhamento, fiz um arroz branco e uma salada de folhas (alface americana e romana,
rúcula, pedaços de nozes, gruyère ralado e croutons. Para o molho da salada, misturei azeite, mostarda tipo dijon, sal, pimenta do reino e um pouco de vinagre).